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アレックス・ミネイロ氏、アトレティコ・パラナエンセ時代を振り返る

アレックス・ミネイロ氏にインタビューを敢行したGloboEsporte.comである。
アトレティコ・パラナエンセ在籍時代を振り返って話しておる。
キャリアの上で最も重要であったのはブラジル全国選手権制覇をなし得た2001年であったことなどを語る。
現在は、ラジオ番組などに出演しておるとのこと。
アレックス・ミネイロと言えば、鹿島を退団した後にガンバ大阪からのオファーを「日本では鹿島以外ではプレイしない」と蹴ったことで記憶に残る。
華麗なるポストプレイと決定力で2005・2006年のチームを牽引してくれた。
05年の前半は野沢と2TOPを組み二列目の本山・満男とのコンビネーションが美しく、06年の後半は田代との相性の良さが光った。
良いゴールを決めてくれたこと感謝しておる。

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Herói em 2001, Alex Mineiro relembra título brasileiro pelo Athletico: “O mais importante"
GloboEsporte.com inicia a série de matérias especiais sobre o título brasileiro do Athletico, que você vai ver na RPC, no próximo domingo. Artilheiro conta histórias do grupo campeão

Por Monique Silva e Nadja Mauad — Curitiba
18/05/2020 09h00 Atualizado há um dia


Alex Mineiro comemoração Atlético-PR x São Caetano 2001 — Foto: Arquivo / Agência Estado

Oito gols em quatro jogos decisivos. Dois hat-tricks consecutivos. Não é exagero falar que Alex Mineiro foi o nome do Athletico na conquista do título do Campeonato Brasileiro em 2001. Predestinado, viu sua estrela brilhar no mata-mata e foi peça fundamental na conquista da tão esperada estrela dourada.

O camisa 9 marcou 17 gols na competição e foi o artilheiro do time no campeonato, ao lado do companheiro Kleber. Decisivo na campanha, Alex Mineiro foi protagonista, mostrou faro de gol apurado e virou heroi.

Em entrevista ao GloboEsporte.com, o ex-jogador relembrou a conquista em 2001 e colocou o título como o mais importante em seus 15 anos de carreira no futebol.

- Foi um momento muito importante na minha carreira quando conseguimos esse título. Foi um marco, impulsionou e fez dar um salto muito grande.

Além do Furacão, Alex jogou no Cruzeiro, Vitória, Atlético-MG, Palmeiras e Grêmio, entre outros. Fora do Brasil, passou pelo Tigres-MEX e Kashima Antlers-JAP.

- Eu tive outro título importante, a Libertadores em 1997 pelo Cruzeiro. Mas lá eu era o primeiro reserva e costumava entrar no segundo tempo. Então, jogando, o mais importante foi com o Athletico em 2001.

Sob o comando de Geninho, que assumiu o time na 11ª rodada, a campanha do título teve 19 vitórias, seis empates e apenas seis derrotas, um aproveitamento de 67%. Alex destacou o respeito dentro do elenco que chamou a atenção do Brasil.

- Tinha muito respeito entre todos e isso era o mais importante dentro de campo. Um sabia cobrar o outro no momento certo. Era muita qualidade técnica individual. Então, ficava fácil tirar algo de alguém no momento de dificuldade. E tudo se sobressaiu em campo – lembra.

- Foi uma fase muito boa. A gente se preparou bem para aquele momento. Os treinos, a concentração... ficamos o tempo todo concentrados, só pensando nos jogos. A folga era só na segunda. A gente se preparava só pensando que era possível conquistar o campeonato, como acabou sendo possível.

Kleber & Alex Mineiro: “Uma dupla imbatível”

Alex Mineiro fez dupla com Kleber (que ainda não era Kleber Pereira) em 2001. Juntos, eles escreveram seus nomes na história do Athletico e formaram o eficiente ataque rubro-negro na campanha do título.

Eficientes e oportunistas, eles marcaram 17 gols cada e só ficaram atrás de Romário (então no Vasco, com 21 gols) e Washington (ex-Ponte Preta, com 18).

- Tivemos a oportunidade de jogar juntos no Athletico, e depois passamos uma temporada no México. Depois ainda brigamos pela artilharia em São Paulo, ele pelo Santos, e eu pelo Palmeiras. Temos um carinho muito grande pelo outro. A gente se completava dentro de campo, com gols e jogadas. E acabamos com o mesmo número de gols. Realmente foi uma dupla imbatível.


Kleber e Alex Mineiro fizeram 17 gols cada no Brasileirão 2001 — Foto: Lucimar do Carmo

Apelidado de “Incendiário”, Kleber terminou em 2001 com 50 gols marcados na temporada. Ao todo, foram 124 gols em 185 partidas em quatro anos pelo Athletico.

- O Kleber era a nossa referência e a gente trabalhava as jogadas em prol dele, para ele finalizar e fazer os gols. A nossa intenção era fazer dele o artilheiro do campeonato. A primeira opção era sempre servi-lo. Aconteceu de aparecer as oportunidades nas finais e eu fazer oito gols em quatro jogos, acabou sobrando pra mim essa responsabilidade. Eu estava bem preparado e consegui fazer os gols necessários para a conquista do título.

“O time jogava por música”, diz Alex Mineiro, que relembra a preleção de Geninho na final

No dia da decisão do título, em São Caetano, a preleção de Geninho mexeu com o brio dos jogadores, segundo Alex Mineiro. Convicto que a taça ficaria com o Athletico, ele abriu uma caixa e nela haviam várias faixas de campeão.

- Ele deu uma para cada um e perguntou se a gente ia deixar eles tomaram a faixa de nós. Ali foi uma frase bacana. Tivemos uma motivação a mais para buscar o título. Ele mexeu com o brio dos jogadores. Mas naquele time estava fácil de mexer. O time jogava por música. E felizmente fizemos uma grande partida e conquistamos esse título maravilhoso.
Geninho assumiu o comando do Furacão na 11ª rodada, após a saída de Mario Sérgio, com o time na 13ª colocação e uma campanha irregular. Aos poucos, o treinador foi colocando a ordem na casa e encaixando o time, que passou a conquistar resultados e subiu na tabela.


- Ele foi fundamental. Chegou num momento complicado da equipe, que não estava conseguindo render, e fez a transformação. Ele é um psicólogo como treinador e sabe mexer com a cabeça do jogador muito bem. Trabalhamos juntos antes no Vitória, em 1999, e tivemos alguns problemas lá. Quando ele chegou ao Athletico, ele veio direto falar comigo, resolvemos e ele me deu uma nova oportunidade. E eu correspondi dentro de campo. Ele fez um trabalho primoroso no Athletico, o grupo estava abalado psicologicamente. E ele conseguiu virar a página e caminhamos juntos para o título.


Aposentado desde 2010, o ex-jogador disse que a retransmissão do jogo da final contra o São Caetano, pela RPC e pelo GloboEsporte.com, no domingo, será uma grande oportunidade para ver, rever e se emocionar com o título do Furacão.

- Vai ser importantíssimo, principalmente para quem não viu poder ver o que nos fizemos no passado. Foi uma temporada muito boa de todo mundo. O torcedor vai gostar de ver uma equipe aguerrida, com qualidade técnica grande e que jogava pra frente, sempre para fazer gols e conquistar as vitórias.

Veja outros trechos da entrevista exclusiva com Alex Mineiro:

Preparação
“A preparação era a mesma de sempre, bastante treinamento, de estudar bem o adversário. O Geninho passava vídeos do São Caetano, era uma equipe com bons jogadores. A gente procurou estudar ao máximo o time para saber os pontos fracos e fortes deles”.

União como diferencial
“O grupo aproveitava bastante dentro e fora de campo. Havia uma união muito grande. E isso com certeza foi um fator importante pra gente ter conquistado o título. Foi um período de muito trabalho e dedicação Tinha churrasco às segundas e terças-feiras, que o Geninho fazia para relaxar o grupo. Só não dá para contar as histórias porque senão complica pra muita gente! (risos)”.

Gol no Anacleto Campanella
“Não lembro se havia sido um escanteio ou falta a favor do São Caetano, quando pegamos o rebote. Aí não sei se foi o Kleber que tocou para o Fabiano na esquerda, ele levou até a entrada da área e bateu cruzado. O Silvio Luiz soltou e eu estava no momento certo, na hora certa, para fazer o gol do título. Um gol importante que deu o primeiro título ao Athletico, que vinha lutando por isso há muito tempo”.

Jogo complicado em São Caetano
“A gente sabia que seria, mesmo com a vitória na ida por 4 a 2. O São Caetano era uma equipe muito boa, competitiva, de qualidade, com jogadores experientes. A gente tinha um certo receio de jogar no Anacleto, mas felizmente deu tudo certo”.

Furacão letal
“Nosso time sempre jogou pra frente, era bem ofensivo, mesmo jogando com três zagueiros. Tinha o Cocito, Gabiru e Kleberson, e na frente, eu e o Kleber. Era uma equipe muito rápida, técnica, com um meio-campo de qualidade. Não tinha como a gente jogar defensivamente, sempre procurávamos o gol, e isso era o mais importante, a procura pelo gol”.

Grito de campeão
“Foi uma loucura danada. Demorou para cair a ficha. Muitos dali conquistavam um título brasileiro pela primeira vez. Foi uma felicidade muito grande”.

Torcida atleticana
“O meu relacionamento com os torcedores sempre foi ótimo, perfeito, não tem como ser melhor. Sempre que vou a Curitiba sou muito bem recebido. É um carinho e gratidão enormes, e da minha parte recíproco e verdadeiro”.

A fervura da Baixada
“O apoio era indescritível. O barulho que a torcida fazia quando estava cantando, chamando o nome dos jogadores, sempre foi o diferencial da Arena da Baixada, incentivando quando o time está perdendo ou, ganhando, nem se fala. É um espetáculo à parte. Tive a oportunidade de ver o jogo na Arena nova. Eu trocaria o título de 2001 para voltar a jogar valendo um título nessa Arena nova”.


“Ele era nosso capitão, o nosso chefe, o cara que cobrava a equipe. Só que ele era o que mais fazia besteira e o que queria cobrar a equipe (risos). Mas sempre foi um zagueirão. Ele também estava numa fase espetacular e nos ajudou dentro e fora de campo”.

Nostalgia e Galvão Bueno
“De vez em quando entro na internet e vejo algumas gravações dos jogos. Também tenho algumas coisas guardadas em DVD’s. É muito legal. É emocionante ver a narração do gol do título pelo Galvão Bueno, um dos maiores narradores da história do nosso futebol”.


Alex Mineiro brilhou no mata-mata com oito gols em quatro jogos da reta final — Foto: Arquivo/ Gazeta do Povo

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